Autor: Editorial

  • Como avaliar transportadoras e operadores logísticos antes de contratar? 9 dicas para uma escolha segura!

    Avaliar transportadoras e operadores logísticos antes de contratar é um passo fundamental para quem precisa movimentar cargas, produtos ou mercadorias com segurança e pontualidade.

    Uma escolha errada pode resultar em atrasos, danos à carga, custos extras e até perda de clientes, prejudicando seriamente a reputação do seu negócio ou a sua mudança.

    Com as 9 dicas a seguir, você vai conseguir fazer uma avaliação criteriosa e contratar apenas prestadores confiáveis e com capacidade técnica comprovada.

    Confira 9 dicas para avaliar transportadoras e operadores logísticos antes de contratar

    1. Faça um checklist de validação do prestador logístico

    Antes de qualquer negociação, crie um checklist com itens como CNPJ, endereço, tempo de mercado, frota própria ou terceirizada e licenças operacionais.

    Utilize ferramentas para consultar dados de uma empresa, verificando se o CNPJ está ativo e se os dados cadastrais são consistentes.

    Esse checklist é o primeiro passo para avaliar transportadoras e operadores logísticos antes de contratar, pois elimina empresas fantasmas e irregulares.

    2. Verifique a situação cadastral e a regularidade fiscal

    Confirme se a transportadora está com situação “ativa” na Receita Federal, sem pendências que possam comprometer a emissão de notas fiscais e o cumprimento de obrigações trabalhistas.

    Empresas com situação “inapta” ou “suspensa” podem ter restrições que afetam diretamente a qualidade e a legalidade do serviço prestado.

    3. Pesquise sobre a classificação de operadores, armazenagem e serviços auxiliares nos CNAEs

    Consulte a lista de atividades de armazenamento e logística para confirmar se o CNPJ da transportadora está registrado em atividades compatíveis com o serviço oferecido.

    Os CNAEs corretos incluem “Transporte rodoviário de carga”, “Armazenamento em geral” e “Atividades auxiliares aos transportes”, que são os mais comuns nesse setor.

    Um CNAE incompatível pode indicar que a empresa não tem autorização legal para operar no setor logístico, o que é um sinal de alerta imediato.

    4. Analise a frota e a capacidade operacional da empresa

    Peça informações sobre a idade média da frota, a manutenção preventiva realizada e a disponibilidade de veículos para atender sua demanda com agilidade.

    Veículos antigos e sem manutenção aumentam o risco de quebras e atrasos durante o transporte.

    5. Pesquise a reputação da transportadora no mercado

    Consulte sites como Reclame Aqui, Google e fóruns especializados para verificar o histórico de reclamações sobre atrasos, avarias e problemas com prazos.

    A forma como a empresa responde às reclamações também revela seu compromisso com a qualidade e o atendimento ao cliente.

    6. Verifique a cobertura geográfica e a capilaridade da empresa

    Certifique-se de que a transportadora atende todas as regiões de interesse da sua operação, inclusive áreas remotas ou de difícil acesso.

    Empresas com boa capilaridade conseguem cumprir prazos em qualquer localidade.

    7. Confirme a existência de seguros e garantias para a carga

    A transportadora deve oferecer seguro contra avarias, furtos e perdas, cobrindo o valor total da mercadoria transportada.

    A ausência de seguro é um risco inaceitável para qualquer operação logística.

    8. Solicite referências de outros clientes

    Peça à transportadora uma lista de clientes atuais ou anteriores e entre em contato com alguns deles para conhecer a experiência real de quem já utilizou o serviço.

    Pergunte sobre pontualidade, estado das mercadorias e facilidade de comunicação com a equipe.

    9. Leia atentamente o contrato antes de assinar

    Revise todas as cláusulas do contrato, incluindo prazos de entrega, penalidades por atraso, condições de pagamento e responsabilidades em caso de danos.

    Um contrato bem redigido protege ambas as partes e evita surpresas desagradáveis ao longo da execução do serviço. Até a próxima!

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  • Mudança interestadual: 9 coisas que você precisa saber!

    Uma mudança interestadual é um dos maiores desafios logísticos que uma pessoa pode enfrentar na vida.

    Neste guia, você encontrará 9 informações essenciais para planejar essa jornada com segurança e tranquilidade. Acompanhe!

    Confira 9 coisas que você precisa saber sobre mudança interestadual

    1. O planejamento deve começar com pelo menos 60 dias de antecedência

    Diferente de uma mudança local, a mudança interestadual envolve distâncias longas, prazos de entrega variáveis, orçamento para mudança relativo e documentação específica. Comece o planejamento com pelo menos dois meses de antecedência para evitar contratempos de última hora.

    Pesquise empresas especializadas em longas distâncias e que tenham experiência comprovada nesse tipo de serviço. A mudança interestadual exige que a empresa tenha frota adequada, seguros específicos e conhecimento das rodovias.

    Separe um cronograma com todas as etapas: pesquisa, orçamentos, contratação, embalagem, carga, transporte e descarga. Na mudança interestadual, cada dia de atraso na preparação pode significar mais estresse e menos opções.

    Reserve também tempo para resolver questões burocráticas com antecedência, como transferência de documentos. Uma mudança interestadual bem planejada começa muito antes de o caminhão chegar na sua porta.

    2. Escolha uma empresa com seguro específico para longas distâncias

    Nem todas as seguradoras cobrem danos em viagens interestaduais, então verifique esse ponto com atenção. A empresa contratada deve apresentar uma apólice que cubra acidentes, furtos e avarias durante todo o trajeto.

    Na mudança interestadual, o risco de imprevistos é maior devido ao tempo de estrada e às condições variáveis das rodovias. Peça o documento do seguro por escrito e leia as cláusulas de cobertura e exclusões.

    Confirme se o valor segurado é suficiente para cobrir a reposição dos seus bens em caso de perda total. Uma mudança interestadual sem seguro adequado pode transformar um acidente em um desastre financeiro irreversível.

    Empresas sérias oferecem seguro como parte do contrato, não como um opcional escondido. Ao contratar uma mudança interestadual, priorize quem tem transparência sobre suas garantias.

    3. Calcule o custo total além do transporte

    O valor do frete é apenas uma parte do custo total de uma mudança interestadual. Inclua no orçamento pedágios, combustível, hospedagem da equipe (se a viagem durar mais de um dia) e possíveis taxas de descanso obrigatório.

    Some também o custo de embalagens especiais para itens frágeis e o seguro contratado. Na mudança interestadual, o preço final pode ser de 3 a 5 vezes maior que uma mudança local.

    Tenha uma reserva financeira de emergência de pelo menos 20% do valor estimado. Uma mudança interestadual sempre pode ter surpresas, como atrasos na entrega ou necessidade de guarda temporária.

    Solicite um orçamento detalhado e escrito, com todos os itens discriminados. Na mudança interestadual, a transparência nos custos evita discussões e cobranças extras no destino.

    4. Verifique a documentação necessária para o trajeto

    Mudanças interestaduais exigem documentos específicos, como a nota fiscal de transporte e a relação de bens. A empresa deve emitir o conhecimento de transporte, que é obrigatório para circulação em rodovias federais.

    Você também precisará ter em mãos documentos pessoais e comprovantes de residência atualizados. Na mudança interestadual, a falta de um papel pode atrasar a saída ou gerar multas para a transportadora.

    Confira se a empresa tem autorização da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) para operar interestadual. Uma mudança interestadual com empresa irregular pode ser parada pela polícia rodoviária federal.

    Mantenha uma pasta com toda a documentação separada e acessível durante a viagem. Na mudança interestadual, a organização dos papéis é tão importante quanto a dos pertences.

    5. Embalagens devem ser reforçadas para viagens longas

    O vaivém e as vibrações de uma viagem longa exigem embalagens muito mais resistentes do que as de uma mudança local. Use caixas de papelão dupla, plástico bolha em camadas extras e cantoneiras reforçadas em todos os móveis.

    Na mudança interestadual, a distância multiplica os impactos e os riscos de deslocamento interno da carga. Invista em plástico filme stretch para envolver móveis inteiros, protegendo contra poeira e umidade.

    Itens eletrônicos devem ser embalados com isopor e plástico bolha, em caixas sinalizadas como frágeis. Uma mudança interestadual exige que cada peça seja tratada como se fosse viajar de avião.

    A empresa que você contratar pode oferecer embalagem profissional, mas isso tem um custo adicional. Na mudança interestadual, vale a pena investir nesse serviço para objetos de alto valor.

    6. Plano de entrega e prazos precisam ser claros

    Diferente das mudanças locais, que geralmente acontecem no mesmo dia, as interestaduais podem levar vários dias. O prazo de entrega depende da distância, das condições climáticas e das paradas obrigatórias para descanso dos motoristas.

    Estabeleça por escrito uma janela de entrega (ex.: entre 3 e 5 dias úteis). Na mudança interestadual, a imprevisibilidade é parte do processo, então tenha flexibilidade.

    Combine com a empresa qual será o canal de comunicação durante a viagem para atualizações. Uma mudança interestadual com comunicação ativa reduz a ansiedade e permite ajustes em tempo real.

    Tenha um plano B caso a entrega atrase além do combinado, como estadia temporária. Na mudança interestadual, o controle sobre os prazos nunca é total, mas o planejamento minimiza os danos.

    7. Prepare o imóvel de destino para receber a carga

    Antes de o caminhão chegar, certifique-se de que o imóvel de destino está pronto para receber os móveis. Verifique a disponibilidade de elevador, vagas de estacionamento e horários permitidos para descarga.

    Na mudança interestadual, a chegada pode ser em um horário inesperado, então tenha contato com o síndico. Combine quem ficará responsável por receber a carga caso você ainda não tenha chegado.

    Limpe o espaço onde os móveis serão colocados e tenha uma planta baixa para orientar os carregadores. Uma mudança interestadual cheia de caixas empilhadas fica mais organizada com um planejamento de disposição.

    Certifique-se de que portas, corredores e escadas comportam a passagem dos móveis maiores. Na mudança interestadual, a adaptação ao novo espaço começa antes mesmo de a carga descer do caminhão.

    8. Separe itens essenciais para levar com você

    Roupas, documentos, medicamentos e itens de primeira necessidade nunca devem ir no caminhão da mudança. Leve tudo o que você vai precisar nos primeiros dias na nova casa na sua bagagem pessoal.

    Na mudança interestadual, o caminhão pode demorar mais que o previsto, e você estará em um local novo. Tenha também dinheiro em espécie, carregadores, produtos de higiene e roupas de cama à mão.

    Uma pequena caixa com utensílios básicos de cozinha pode salvar seu primeiro café da manhã. Em uma mudança interestadual, a autossuficiência nos primeiros dias é um alívio na adaptação.

    Não confie que a empresa vai entregar exatamente no dia combinado; prepare-se para a espera. Na mudança interestadual, a diferença entre o que está no caminhão e o que está com você é crucial.

    9. Conheça as regras fiscais e tributárias do destino

    Mudar de estado pode implicar em mudanças na alíquota de impostos como ICMS e IPVA. Alguns estados exigem a emissão de guias específicas para circulação de bens de mudança.

    Na mudança interestadual, a empresa contratada deve estar ciente dessas exigências e fornecer a documentação correta. Consulte um contador para entender se há diferenças na tributação do seu veículo ou dos seus móveis.

    Se você for trabalhar no novo estado, verifique também as regras do imposto de renda local. A mudança interestadual tem implicações fiscais que vão além do que a transportadora pode resolver.

    Mantenha-se informado sobre os prazos para transferência do seu veículo e da sua residência fiscal. Numa mudança interestadual, o planejamento tributário evita multas e dores de cabeça futuras. Até a próxima!

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  • FEFO: o primeiro a vencer é o primeiro a sair do estoque!

    O que é FEFO? De que maneira esse serviço de estocagem pode auxiliar empresas no controle de suas mercadorias dentro do galpão logístico? Como os produtos ficam dispostos dentro do armazém? Quais são as empresas que devem usar esse tipo de armazenagem ao seu favor e qual não devem?

    Muitas são as dúvidas que surgem quando o assunto é armazenagem e estoque. Existem muitas técnicas que podem ser utilizadas para este fim, e, por isso, vale a pena conhecer cada uma de perto, conhecer suas características, vantagens e mudanças que podem ser trazidas para dentro da empresa.

    Com base nisso, é possível não só mudar a forma de armazenamento de produtos dentro da empresa, melhorando sua organização, mas também nos resultados diretos que podem ser usufruídos por uma empresa ao final de um ciclo definido de maneira prévia. Um desses sistemas que podem beneficiar uma grande marca é o FEFO.

    Neste conteúdo, não vamos somente analisar o que é, mas também buscaremos entender como funciona e de que maneira é possível implementar o sistema de estocagem FEFO, muito usado por empresas que trabalham com data de validade curta em seus produtos, ou seja, principalmente aquelas que são do ramo alimentício.

    Portanto, caso queira saber mais sobre o assunto, convidamos você a nos acompanhar até o final da matéria. Vamos lá, leia com a gente!

    O que é FEFO?

    Afinal, o que é FEFO? Na teoria, trata-se de um acrônimo para o termo em inglês “First-Expire, First-Out”, que em português literal significa “Primeiro que Vence, Primeiro que Sai”. Como é possível compreender, trata-se de vender os produtos que vencem primeiro.

    Caso você já tenha lido outros de nossos conteúdos, deve ter notado a semelhança com o sistema FIFO, onde o primeiro produto que entra é o primeiro a sair. Na prática, os dois sistemas são muito semelhantes e até mesmo se “confundem”, visto que a grande maioria dos produtos que entram primeiro, são logicamente os primeiros que vencem (data de validade).

    Porém, isso não é uma regra. Portanto, a principal diferença entre o sistema de estoque FIFO e FEFO, é que este último sempre estará ligado à data de validade do produto, enquanto o primeiro apenas ligado a data em que o produto entrou no galpão logístico, partindo as organizações dessa premissa.

    Quem trabalha no ramo alimentício, por exemplo, sabe que nem sempre as remessas compradas chegam de acordo com a data de validade. Um produto que chegou hoje pode ter a data de validade mais próxima do que um produto que chegou ontem. Isso é mais comum de acontecer do que você imagina.

    Portanto, em um pequeno resumo, FEFO é um tipo de organização de estoque onde os produtos com data de validade mais próxima são aqueles que ficam mais “na ponta” da organização de um galpão logístico. Isso auxilia no processo de saída e entrega dos produtos, “livrando-se” daqueles que vão vencer mais cedo, mais rapidamente.

    Como o FEFO funciona na prática?

    E como funciona na prática? Bem, nestes casos, geralmente as prateleiras usadas nos galpões são usadas de acordo com datas. Como as prateleiras não são sazonais, mas as datas de validade dos produtos sim, podem ser organizadas como “Vencem em um mês”, “Vencem em dois meses”, “Vencem em três meses”, e assim por diante.

    Lembrando sempre que este é apenas um exemplo, muito simples, mas que já nos dá uma ideia clara de como fica o sistema organizacional dentro de um armazém logístico.

    Tenha um bom controle da data de validade

    Uma dica que podemos mencionar, é terceirizar a organização do galpão logístico, principalmente se estamos falando de uma grande empresa com alta rotatividade de produtos e fluxo de vendas, o que provavelmente é a realidade de quem assume este como o método de estoque.

    E por que terceirizar? Porque a partir deste momento você tem a certeza de estar entregando qualidade para os seus produtos, já que terá um bom controle da data de validade dos mesmos. Trabalhe sempre com folga diante disso, para evitar transtornos financeiros na ponta do processo.

    Esse bom controle parte desde o momento em que você compra seus produtos com o fornecedor. Vamos supor que a média de validade dos produtos que você compra é de 5 meses. Dessa forma, você deve estipular uma data mínima para validade dos produtos que compra já no seu fornecedor. Assim, este último se compromete a não lhe vender produtos com menos de 4 meses de validade ainda existentes.

    Trabalhar com essa margem lhe dá maior tranquilidade, pois mesmo que possua um fluxo de vendas alto, garante que os produtos com data de validade mais próxima sempre estejam saindo. É uma maneira de garantir que a empresa não sofrerá perdas financeiras muito grandes caso alguma crise econômica venha a ocorrer.

    Qual a importância de trabalhar com esse método de estocagem?

    E qual é a importância de trabalhar com esse método de estocagem? Bem, empresas que possuem prazos curtos, devem sempre trabalhar com o método FEFO, já que os produtos que vencem primeiro sempre serão vendidos antes dos que têm data de validade mais extensa.

    Assim, quando é necessária a saída de determinada remessa de produtos, prioriza-se a entrega daqueles que estão com data de validade mais próxima, evitando que os mesmos vençam sem sair da prateleira do galpão.

    A falta dessa organização para empresas que trabalham com prazo de validade curto pode ser causar danos financeiros desastrosos, com perdas financeiras quase que irreparáveis.

    Este foi o nosso guia sobre o sistema de estoque nomeadamente chamado FEFO. Como podemos perceber, seu estilo de armazenagem é muito semelhante ao FIFO, sendo que em muitas ocasiões ambos se confundem. Ainda sim, este é mais detalhado e precisa de maior atenção, principalmente por empresas que possuem prazos apertados.

    De qualquer forma, se ainda possuir alguma dúvida sobre o assunto ou queira deixar sua contribuição, basta deixar seu comentário logo abaixo que vamos lhe responder assim que for possível. Esperamos ter ajudado você com suas dúvidas e outras questões. Até a próxima!

    Créditos da imagem: https://www.canva.com/photos/MAGKwnJ_WxA-warehouse-storage-and-pallet-racking/

  • FIFO: o primeiro a entrar é o último a sair do estoque!

    O que é FIFO? De que forma esse sistema de armazenagem pode ajudar na logística interna de um galpão? Quais são as empresas que podem usar o FIFO ao seu favor e quais são aquelas que jamais devem utilizá-lo em seu cotidiano? Como a data de validade de uma mercadoria é tratada nesse método de estocagem?

    A estocagem de produtos possui muito mais do que apenas importância organizacional. Diz respeito a vários outros aspectos que influenciam diretamente nos resultados da marca, visto que o processo de entrega fica mais rápido, o número de danos no galpão logístico é diminuído, entre outros detalhes.

    Então, escolher um método de armazenagem condizente com o produto que você comercializa e a área que sua marca atua é de grande importância. Ao contrário do LIFO, o FIFO dá prioridade para os produtos que entram primeiro no setor de armazenamento, fazendo com que a organização de estoque seja “de frente para trás”, fisicamente falando.

    Já antecipamos um pouco sobre o que é FIFO, e agora vamos entrar em detalhes. Então, se você não quiser apenas saber o que é, mas também entender para quais empresas o método é indicado e suas principais características, recomendamos que nos acompanhe até o final da matéria para maiores detalhes. Vamos lá, leia com a gente!

    O que é FIFO?

    O que é FIFO, afinal? A “palavra”, trata-se de uma acrônimo para o termo em inglês “First in, first out”, que em tradução literal significa “Primeiro a entrar, primeiro a sair”. Na prática, trata-se de dar prioridade de vendas para produtos que chegaram primeiro no galpão logístico, sendo um sistema de estocagem muito usado por grandes empresas.

    Assim como o LIFO, grandes empresas atuam no método FIFO, com um diferencial bem considerável que iremos citar no próximo tópico, quando falamos sobre os tipos de empresa em que o FIFO é usado. Em suma, como mencionado no início do conteúdo, os produtos são colocados em ordem de entrada, com os mais antigos na frente e os mais novos atrás.

    Assim, quando se faz um pedido da mercadoria A, optamos sempre por aquela que é mais antiga em termos de armazenagem.

    Quem deve usar FIFO como método de estocagem?

    E quem deve usar o FIFO como método de estocagem? A principal diferença entre LIFO e FIFO diz respeito a como as empresas tratam o seu prazo de validade. Enquanto no primeiro método a data de validade de determinada mercadoria pouco importa, no segundo é crucial para evitar problemas maiores.

    O método FIFO é usado, por exemplo, por empresas do setor alimentício. Essas devem priorizar a data de validade de seus produtos, então, os que primeiro entram no galpão logístico devem ser os primeiros a sair, já que a data máxima para consumo dos mesmos está mais próxima do que produtos que chegaram depois.

    É um método, portanto, que pode ser usado por qualquer empresa que queira valorizar o sistema com data, porém não dá tanta atenção para valoração, já que no método LIFO os produtos mais antigos são vendidos com preço dos novos, o que aumenta o faturamento e protege contra a inflação: com o método de estocagem FIFO, isso não é possível.

    Benefícios de usar esse sistema de estoque

    Quais são os benefícios de usar esse sistema de estoque? Abaixo, elencamos aqueles que consideramos como elementos principais em termos de vantagens para empresas que usam o FIFO como padrão de estocagem. Leia:

    Melhor gestão visual

    A gestão visual é melhorada com o método FIFO. É uma vantagem também presente em outros métodos, como o próprio LIFO. Isso acontece porque a organização é necessária desde o início da estocagem, para facilitar a retirada de produtos e envio dos mesmos para a casa do cliente.

    Vamos citar um exemplo? Uma empresa que vende produtos exclusivos, tendo uma paleta com 10 mercadorias, faz a seguinte organização dentro do seu galpão logístico:

    • Fileira 1: produto A;
    • Fileira 2: produto B;
    • Fileira 3: produto C;
    • Fileira 4: produto D;
    • Fileira 5: produto E;
    • Fileira 6: produto F;
    • Fileira 7: produto G;
    • Fileira 8: produto H;
    • Fileira 9: produto I;
    • Fileira 10: produto J.

    Assim, cada produto fica em uma fileira própria, com aqueles mais próximos da entrada do galpão, ou seja, no início das fileiras, sendo os mais antigos e, necessariamente, sendo os primeiros a serem vendidos. Assim, quando ocorre reposição de estoque, os produtos do fundo são puxados para frente, e os novos colocados atrás.

    As fileiras ainda podem receber o nome de cada um dos produtos, isso fica a cargo da organização interna da empresa. Este é apenas um exemplo e pode ser modificado de várias formas, apenas queríamos mostrar sobre como a gestão visual fica mais clara nesse tipo de método de estocagem.

    Giro mais rápido: precificação otimizada

    Apesar de os produtos antigos não obterem a valoração dos novos, a precificação ainda é otimizada. Estamos falando de empresas de grande porte, com um giro interno de vendas muito grande. Desta forma, um produto que entra hoje pode ser vendido amanhã ou depois de amanhã, então, a inflação irá atuar pouco sobre o valor final.

    O que isso nos sugere? Uma precificação com giro mais rápido: o valor que saiu agora para a compra de determinado produto (por mais que a compra não ocorra de maneira individual) já é reposto em breve, com a venda realizada gerando lucro imediato sobre o valor gasto.

    Reduza custos e desperdícios

    Por fim, reduza custos e desperdícios. Sistemas de estocagem como o FIFO, que necessitam de organização para não errar na hora da seleção do produto para envio, geram menor movimentação entre os corredores do galpão logístico, aumentando a velocidade de entrega do produto e evitando acidentes que geram custos.

    Este foi o nosso guia sobre o sistema FIFO, um método de estocagem muito usado e que, como podemos notar, traz benefícios realmente consideráveis para as empresas que resolvem implementá-lo em seu galpão logístico. Caso ainda possua alguma dúvida sobre o assunto, basta comentar abaixo que vamos lhe responder. Até a próxima!

    Créditos da imagem: https://www.canva.com/photos/MAD97oI2-YA-warehouse-with-concrete-floors/

  • LIFO: o último a entrar é o primeiro a sair do estoque!

    O que é LIFO e como funciona esse método de estocagem? Por que tantas grandes empresas estão mudando o método de estocagem para algo mais fluido como é o LIFO? Para quais empresas esse método de estoque é mais indicado, e, acima de tudo, quais jamais podem usá-lo como padrão?

    A logística de estoque é uma das mais importantes para qualquer empresa. É essa organização que diz respeito aos resultados da marca, visto que vários aspectos são alterados de maneira direta pela forma que o estoque é usado. Entre estes aspectos, podemos citar o tempo de entrega de um produto e a valoração dos mesmos.

    Porém, como mencionado em forma de pergunta logo no primeiro parágrafo do conteúdo, não são todas as empresas que podem usar o método LIFO como caminho para sua estocagem. Tanto é verdade que, por exemplo, se empresas com produtos de prazo de validade curto usassem o LIFO, seria um grande tiro no pé.

    Mas e por que? O que é e como funciona o LIFO? É sobre isso que falaremos hoje, em detalhes, citando características e benefícios do método de estocagem. Então, caso queira entender melhor como ele funciona para, quem sabe, implementá-lo em sua empresa, acompanhe-nos até o final do conteúdo para maiores detalhes. Vamos lá, leia conosco!

    O que é LIFO?

    Afinal, o que é LIFO? Trata-se de um acrônimo para o termo em inglês “Last in, first out”, ou em português “Primeiro a entrar, último a sair”, e funciona justamente dessa forma. No método de estocagem LIFO, o primeiro produto a entrar no estoque deve ser o último a sair, enquanto isso, o último a entrar deve ser o primeiro a ser vendido.

    Na prática sabemos que pode ser um pouco menos organizado que isso, mas está relacionado com os produtos mais à frente do estoque serem vendidos primeiro dos que estão no fundo do galpão logístico.

    É claro, a venda dos exatos últimos produtos também é possível, através de uma organização de estoque acima da média, onde cada produto recebe seu código para maior facilitação no processo de saída. Este método possui inúmeras vantagens que vamos notar um pouco mais a frente.

    Quais empresas não podem usar o método LIFO?

    O método LIFO é mais indicado para empresas que possuem um fluxo de vendas muito alto, e que, portanto, geram uma maior rotatividade de mercadorias dentro do seu galpão logístico. Por outro lado, empresas menores não precisam usar esse tipo de estoque, já que não há tanta utilidade.

    Por fim, existem aquelas empresas que jamais podem usar o método LIFO, a não ser que estejam atrás de grandes problemas: aquelas que vendem mercadorias com curto prazo de validade, como empresas alimentícias. Neste caso, o contrário deve ser feito, para que os produtos que entraram primeiro sejam os primeiros a sair: este método é conhecido como FIFO, que falaremos em outra matéria aqui de nosso conteúdo.

    Possibilidades criadas com o método LIFO

    E quais são as possibilidades criadas através do LIFO? Por que então é utilizado por diversas empresas mundo afora? Por causa das possibilidades criadas pelo método de estocagem, que traz benefícios incríveis para diversos setores da mesma empresa. Leia e entenda:

    1. Redução dos danos causados no estoque

    Com o método LIFO, é possível reduzir os danos causados no estoque, gerando menor movimentação no galpão logístico. Por que ir até o fundo do galpão se você pode vender aqueles que já estão nas primeiras prateleiras do armazém? Este é o principal objetivo do LIFO, sendo uma grande vantagem para empresas com alta rotatividade e número de vendas de suas mercadorias.

    É claro, neste caso, os produtos devem estar separados de acordo com seus tipos, para que ainda sim não seja necessário ir até o meio do galpão para encontrar o produto B. Neste caso, o mais indicado é tentar adequar a organização das mercadorias por corredor: corredor 1 com o produto A, corredor 2 com o produto B, e assim por diante.

    2. Melhora no prazo de entrega

    O prazo de entrega é um dos pontos mais cruciais para o crescimento de uma marca, e por isso as empresas priorizam tanto a organização da logística quanto o estoque. Com o método LIFO, o prazo de entrega pode ter maior eficácia, visto que a velocidade de saída dos produtos aumenta.

    Já não é mais necessário tanto tempo para encontrar determinado produto, visto que basta pegar aquele que está mais próximo da frente do galpão logístico. Continue lendo conosco para conhecer mais duas possibilidades criadas através da implementação do método LIFO.

    3. Cálculo da valoração melhorado

    Poderíamos dizer que o cálculo da valoração é “valorizado”, mas iria parecer um pleonasmo. Então, digamos que o cálculo da valoração é “melhorado”. Imagine que você trabalha com um estoque máximo, quando todo o espaço do galpão logístico é usado com produtos comprados em alta quantidade.

    Imagine também que até o primeiro momento de reposição do galpão demoram cerca de 90 dias. Estamos falando de 3 meses. Em 3 meses muita coisa pode mudar, desde inflação até o custo cobrado pelo seu fornecedor. Neste caso, a valoração dos produtos mais antigos é baseada nos produtos mais novos.

    Dessa forma, o faturamento da empresa fica acima da inflação de mercado, visto que produtos antigos, que foram comprados por um preço mais em conta e também seriam vendidos a um preço mais baixo, serão então vendidos de acordo com o preço de mercado atual, com base na valoração dos produtos mais novos.

    Então, pode-se dizer que o método LIFO não influencia somente na organização interna do seu galpão logístico e prazo de entrega, mas também no faturamento de sua empresa. Por isso mesmo empresas de pequeno e médio porte usam esse estoque, já que é mais fácil utilizá-lo do que ficar fazendo contas constantes sobre qual valor deve cobrar em determinado produto.

    Este foi o nosso guia sobre o método LIFO de estocagem. Esperamos ter tirado todas as suas dúvidas sobre o assunto. Caso ainda possua alguma, comente abaixo que vamos lhe responder. Até a próxima

    Créditos da imagem: https://www.canva.com/photos/MAE2GNOBrjw/

  • Modal aquaviário: 3 vantagens e 1 desvantagem!

    O modal aquaviário é um dos mais utilizados no Brasil, principalmente para o transporte externo, ou seja, para a realização de exportações de produtos brasileiros para fora. Mas, o que exatamente é o modal aquaviário? De que maneira ele pode contribuir para o processo de logística empresarial? Quando pode ser necessário?

    Tratar de logística é tratar de todo tipo de transporte existente. Se pode transportar um produto de um lado para outro, então traz benefícios para a empresa. Dessa forma, deve ser encarado como uma opção viável de transporte de mercadorias, auxiliando na saída de estoque.

    Porém, alguns dos modais disponíveis no mercado são mais populares do que outros, e isso não tende a mudar tão cedo. Um desses exemplos é o modal aquaviário, muito usado atualmente, quanto no passado, mas principalmente hoje em dia, para o transporte de exportações agrícolas e outros produtos feitos aqui no Brasil e que são comprados lá fora. É uma opção viável para várias empresas.

    Neste conteúdo, separamos informações que consideramos interessantes e que vão ajudar você a entender melhor não somente o que é modal aquaviário, mas também a compreender quais são as suas vantagens na prática. Quer entender mais sobre o assunto? Então nos acompanhe até o final da matéria. Vamos lá, leia conosco!

    O que é modal aquaviário?

    Afinal, o que é modal aquaviário?  Modal é uma palavra “abreviada” para definir “modalidade”. Então, quando falamos em modal, estamos falando sobre a modalidade de algo. Neste exemplo específico, estamos falando de uma modalidade de transporte de produtos, independentemente de quais sejam.

    Portanto, quando falamos “modal aquaviário”, estamos falando do modelo de transporte através do transporte marítimo ou fluvial. Enquanto o transporte marítimo é aquele que acontece através dos mares abertos e oceanos, o transporte fluvial se restringe aos rios, canais e lagos. Ambos possuem importância nacional, mas é o transporte marítimo que chama mais atenção.

    No Brasil, cerca de 90% de todas as exportações ocorrem através do modal aquaviário, tornando-o o principal mecanismo econômico estrangeiro que o Brasil possui. Sem isso, nosso PIB cairia drasticamente até que outra medida fosse tomada, como por exemplo, o uso do modal aeroviário.

    O Brasil é líder em exportações no mundo em:

    • Soja;
    • Frango;
    • Suco de laranja.

    Além de ser líder em produção de:

    • Açúcar;
    • Derivados da cana;
    • Celulosa;
    • E frutas tropicais.

    Quando o modal aquaviário é indicado?

    E quando o modal aquaviário é indicado, afinal? Na prática, apesar de representar boa parte do PIB do Brasil através das exportações que realiza, o modal aquaviário é responsável pelo transporte de produtos com baixo valor agregado. Isso significa um fácil manuseio e valor diminuído por unidade de produto. Entre os principais, podemos citar:

    • Petróleo e derivados;
    • Carvão;
    • Minério de ferro;
    • Cereais;
    • Bauxita;
    • Alumínio e fosfatos, etc.

    Além de, claro, o transporte de alimentos em geral. Então, o modal aquaviário é indicado principalmente para o setor agrícola e indústria, que produzem as mercadorias que mais são exportadas para fora do Brasil. Continue lendo conosco para maiores detalhes, pois ainda vamos citar as vantagens e desvantagens do modal aquaviário.

    Vantagens do modal aquaviário

    E afinal, quais são as vantagens do modal aquaviário? Já entendemos que essa modalidade de transporte possui suma importância para o desenvolvimento econômico brasileiro, mas quais são as suas vantagens na prática? Vamos entender melhor? Abaixo citamos os principais pontos que devem ser levados em conta. Leia:

    Transporte de grandes quantidades

    Como você deve imaginar, os navios são gigantes, assim como os contêineres que vão dentro dele. Empilhados, representam uma quantidade absurda de produtos transportados diariamente de um ponto a outro, sem a menor dificuldade de entrega, com tranquilidade e segurança do início ao fim.

    Um dos principais benefícios usufruídos por quem exporta produtos ou até mesmo usa o modal aquaviário interno, através dos trajetos fluviais, é a alta capacidade de armazenamento. Apenas um navio pode carregar milhões de produtos de diferentes fornecedores/vendedores.

    Longas distâncias percorridas

    Você trabalha em uma empresa de grande porte nacional produtora de frangos? Quer expandir, recebeu uma proposta para exportar para a China, mas não sabe como levar sua mercadoria até lá? Através do modal aquaviário é possível, afinal, o navio é feito para percorrer longas distâncias desde a época do descobrimento.

    É um dos modais mais livres em relação à distância, desde que, claro, respeite-se as rotas internacionais, seja para evitar problemas diplomáticos ou então rotas de tempestades marítimas.

    Baixo risco de avaria

    Como mencionado anteriormente, há dois pilares que garantem um baixo risco de avaria: escolha de rotas marítimas tranquilas, evitando ondas altas e tempestades ao máximo (sempre podem ocorrer), além de todos os produtos estarem completamente seguros em contêineres.

    Dessa forma, a chance de algum problema ocorrer com a sua mercadoria, prejudicando o comprador do outro lado do mundo, é muito baixa. Quanto à segurança, o modal aquaviário é um dos mais confiáveis, do início ao fim do processo.

    Desvantagens do modal aquaviário

    Demora de entrega de produto

    Você já comprou algo da China? Já notou como alguns produtos demoram para chegar? Muitos dos vendedores chineses estão começando a migrar para o modal aeroviário, que apesar de mais caro, é mais eficaz em termos de velocidade de entrega. O modal aquaviário é um dos mais lentos que existem, sendo essa a sua principal e única desvantagem que poderíamos citar.

    Este foi o nosso conteúdo sobre o modal aquaviário. Como podemos perceber, são muitos os benefícios que podem ser usufruídos pelas empresas que resolvem exportar os seus produtos, afinal, estas irão utilizar de uma modalidade de entrega segura e com alta capacidade de carregamento.

    Caso ainda tenha alguma dúvida sobre o tema, basta deixar seu comentário logo abaixo que vamos respondê-lo assim que possível. Até a próxima!

    Créditos da imagem: https://www.canva.com/photos/MAELe2eRyto-container-cargo-ship-in-the-ocean/

  • Modal dutoviário: Confira vantagens e desvantagens!

    O modal dutoviário é um dos modais mais importantes para a logística de combustíveis de todo o mundo. Sem o modal dutoviário, a Europa ficaria sem energia e o restante do mundo sem gasolina. Mas, o que exatamente é o modal dutoviário? De que maneira ele pode contribuir para o processo de logística empresarial? Quando pode ser necessário?

    Tratar de logística é tratar de todo tipo de transporte existente. Se pode transportar um produto de um lado para outro, então traz benefícios para a empresa. Dessa forma, deve ser encarado como uma opção viável de transporte de mercadorias, auxiliando na saída de estoque.

    Porém, alguns dos modais disponíveis no mercado são mais específicos para determinados serviços do que outros, e isso não tende a mudar tão cedo. Um desses exemplos é o modal dutoviário, muito usado atualmente, quanto no passado, mas principalmente hoje em dia, para o transporte de petróleo e derivados, como o gás, sendo muito usado no exterior, e pouco no Brasil, já que tudo aquilo que produz, em grande parte pela Petrobras, é exportado, e pouco é distribuído pelo Brasil.

    Neste conteúdo, separamos informações que consideramos interessantes e que vão ajudar você a entender melhor não somente o que é modal dutoviário, mas também a compreender quais são as suas vantagens na prática. Quer entender mais sobre o assunto? Então nos acompanhe até o final da matéria. Vamos lá, leia conosco!

    O que é modal dutoviário?

    Afinal, o que é modal dutoviário?  Modal é uma palavra “abreviada” para definir “modalidade”. Então, quando falamos em modal, estamos falando sobre a modalidade de algo. Neste exemplo específico, estamos falando de uma modalidade de transporte de produtos, independentemente de quais sejam.

    Portanto, quando falamos “modal dutoviário”, estamos falando do modelo de transporte através de dutos que podem ter quilômetros de extensão.

    Quando o modal dutoviário é indicado?

    E quando o modal dutoviário é indicado, afinal? O modal dutoviário é indicado para transporte de produtos que não possuem facilidade palpável ou de carregamento, a grande maioria em estado líquido ou gasoso. Em grande maioria, faz parte de transportes estatais ou empresas concessionárias de serviços estatais.

    Um grande exemplo de empresa estatal que faz uso do modal dutoviário é a Gazprom, da Rússia. Trata-se de uma das maiores empresas produtoras de gás do mundo, e que produz gás suficiente para dar energia para toda a Europa que, logicamente, compra o gás russo para suas necessidades, como o chuveiro a gás e energia das casas.

    Para se ter uma noção da importância do modal dutoviário, recentemente, durante a guerra na Ucrânia, muitos países do Ocidente impuseram sanções econômicas ao país que antigamente era conhecido como URSS. O presidente do país, Vladimir Putin, usou então a Gazprom como poder de barganha.

    O resultado você já deve ter visto nos jornais diários que passam em TV aberta, fechada, no Twitter, Instagram e outras redes sociais: países como Alemanha e França com crise energética, abrindo mão das sanções para ter o seu gás de volta em funcionamento. Portanto, podemos sim afirmar que o modal dutoviário é um dos mais importantes de todo o planeta.

    Vantagens do modal dutoviário

    E afinal, quais são as vantagens do modal dutoviário? Como mencionado, é um dos modais mais importantes de todo o mundo. Mas, e quais são as suas vantagens? Abaixo, citamos alguns que são considerados como os principais benefícios do modal. Leia:

    Alta capacidade de transporte

    A capacidade de transporte de um duto é medida através de litros ou metros. No caso do petróleo, litros, no caso do gás, metros. É um dos modais que mais transporta em quantidade de produto quando comparado a outros modais. Dessa forma, sua alta capacidade de transporte facilita a venda e compra de itens essenciais.

    Transporte de longas distâncias

    Outra vantagem desse modal é a capacidade de transportar itens mesmo com muita distância envolvida. Vamos usar novamente a Gazprom como exemplo. O gasoduto que está interditado pelo governo russo devido às sanções é chamado Nord Stream, sendo duas unidades que se estendem pelo Mar Báltico, o Nord Stream 1 e o Nord Stream 2.

    É este último, o 2, que leva gás natural para países como Alemanha e França, abastecendo a energia dos países. Já pensou sobre a distância entre esses países? O principal Nord Stream que leva gás natural, o número 2, possui uma extensão incrível de 1.234km de distância, transportando gás por debaixo do mar.

    Porém, este ainda não é o gasoduto mais longo do planeta. A maior malha dutoviária do mundo também é russa: trata-se de um oleoduto que vai da Rússia para a Bielorrúsia, com uma extensão incrível de 8.900km. No Brasil, a maior malha dutoviária é aquela dividida com a Bolívia, um gasoduto com 3.150km de extensão, sendo 2.593km de extensão em solo nacional.

    Desvantagens do modal dutoviário

    Poder de barganha

    Uma das desvantagens do modal dutoviário é o seu poder de barganha. Não importa o que seu país faça de errado: caso você possua um gasoduto, oleoduto ou outro tipo de malha dutoviária com grande extensão e importância, pode usá-lo ao seu favor como poder de barganha, como a Rússia está fazendo.

    Demora na entrega

    Um gasoduto ou oleoduto só faz sentido se possui dutos de grande diâmetro e com constante funcionamento. Isso acontece porque sua velocidade de entrega é baixa, chegando a 8km/h em alguns produtos e apenas 2km/h em outros. Dessa forma, se a distribuição não for constante, pode não valer a pena utilizá-lo.

    Este foi o nosso guia sobre o modal dutoviário. Esperamos ter ajudado você com suas dúvidas sobre o assunto. Caso ainda possua alguma, deixe seu comentário abaixo e até a próxima!

    Créditos da imagem: https://www.canva.com/photos/MAGzJKUom8M/

  • Modal ferroviário: 3 vantagens e 2 desvantagens!

    O modal ferroviário foi muito usado no passado de nossa nação, sendo hoje pouco usado em relação a todo potencial que possui e não é usufruído. Mas, o que exatamente é o modal ferroviário? De que maneira ele pode contribuir para o processo de logística empresarial? Quando pode ser necessário?

    Tratar de logística é tratar de todo tipo de transporte existente. Se pode transportar um produto de um lado para outro, então traz benefícios para a empresa. Dessa forma, deve ser encarado como uma opção viável de transporte de mercadorias, auxiliando na saída de estoque.

    Porém, alguns dos modais disponíveis no mercado não são tão populares, pelo menos não nos dias atuais. Um desses exemplos é o modal ferroviário, muito usado no passado e que perdeu espaço, principalmente com o fácil acesso a carros e crescimento do uso do modal aeroviário. Porém, ainda sim é uma opção para a logística de uma empresa.

    Neste conteúdo, separamos informações que consideramos interessantes e que vão ajudar você a entender melhor não somente o que é modal ferroviário, mas também a compreender quais são as suas vantagens na prática. Quer entender mais sobre o assunto? Então nos acompanhe até o final da matéria. Vamos lá, leia conosco!

    O que é modal ferroviário?

    Afinal, o que é modal ferroviário?  Modal é uma palavra “abreviada” para definir “modalidade”. Então, quando falamos em modal, estamos falando sobre a modalidade de algo. Neste exemplo específico, estamos falando de uma modalidade de transporte de produtos, independentemente de quais sejam.

    Portanto, quando falamos “modal ferroviário”, estamos falando do modelo de entrega de transporte através da malha ferroviária. Como mencionado, o modal ferroviário fez sucesso no Brasil colônia, sendo o principal meio de deslocamento para cidades distantes, sendo que muitas dessas linhas hoje estão aposentadas e fazem apenas algumas voltas de exibição para turistas.

    Então, podemos concluir que a malha ferroviária, ou melhor, o modal ferroviário, é um caminho de entrega de insumos, produtos em geral, que contribui e muito para o desenvolvimento logístico brasileiro. Existem muitas empresas que atuam no Brasil através de concessão, pagando pelo uso de determinadas linhas para a logística empresarial terceirizada.

    Quando o modal ferroviário é indicado?

    E quando o modal ferroviário é indicado? Este tipo de transporte é amplamente indicado para empresas ou produtores que necessitam transportar algo com pouco valor agregado, como alguns bens ou até mesmo pessoas, como é no caso dos metrôs que andam pelo subterrâneo das cidades.

    Ainda sim, é usado para fins de transporte logístico, como o transporte de grãos e minério. Em Criciúma, cidade mais ao Sul do país e capital carvoeira nacional, o modal ferroviário continua a todo vapor, transportando cargas para gerar energia e economia para a cidade do Tigre.

    Vantagens do modal ferroviário

    E quais são as vantagens de aderir ao modal ferroviário? Quais são os benefícios usufruídos pela empresa que resolve transportar sua logística através da malha ferroviária brasileira? Desde já precisamos antecipar que não se trata de algo realmente comum.

    A malha ferroviária é muito usada para o transporte de grãos e matérias-primas, sendo que todo o restante se torna estranho ou inovador quando transportados com o modal ferroviário, mas ainda sim, possível.

    Custo lá embaixo

    Com o valor dos combustíveis em alta, o preço do diesel para o trem é um dos mais em conta que se pode achar no mercado. O modal ferroviário, portanto, possui custos bem baixos quando comparados com outros modais, como o aeroviário, por exemplo, que cobra quase o dobro do que modal ferroviário.

    Segurança

    Entre os meios de transporte que não sejam seu próprio corpo (carro, moto, aeroporto, etc., incluindo o modal ferroviário), este último foi declarado como o mais seguro do país, com incidência de roubo ou acidente muito pequena, quase nula, visto a quantidade de profissionais atuando.

    Alta capacidade de carga

    Precisa carregar uma quantidade de produtos acima da média? Então saiba que com o modal ferroviário, isso é possível. Espaço nos vagões é o que não falta, podendo então ser transportados do início ao fim das viagem, desde o momento em que entra na malha  ferroviária até a chegada final.

    Desvantagens do modal ferroviário

    E quais são as desvantagens do modal ferroviário? Nem tudo que reluz é ouro, não é mesmo? Agora vamos conferir aquelas que consideramos como as principais desvantagens/defeitos do modal ferroviário. Leia conosco:

    Inflexibilidade de rotas

    Como se trata de um modal verdadeiramente abandonado pelo tempo, então era de se esperar que aquilo que conhecemos já não era o mesmo. A inflexibilidade de rotas acaba causando a dependência de outros modais, gerando maior prejuízo financeiro principalmente pela troca do produto constantemente para um modal de entrega rápida.

    Demora na entrega

    Os vagões andam sempre nos mesmos trilhos, sem exceção. Diante disso, tenha em mente que há demoras consideráveis na entrega de determinado produto, assim, quando comparado a outros modais mais rápidos, a malha ferroviária realmente fica para trás. Novamente, pode ser necessária a troca de modal em meio a viagem, para cumprir prazos. Esta é mais uma desvantagem considerável em desfavor da malha ferroviária brasileira.

    Falta de investimento e estrutura

    Como está abandonada há décadas, a malha ferroviária acabou ficando bem comprometida. Por mais que muitas áreas tenham passado por concessão e hoje sejam bem cuidadas, ainda sim, a grande maioria da malha ferroviária brasileira está em más condições.

    Ao que tudo indica, isso pouco mudará em um futuro pouco distante. Este foi o nosso guia sobre o modal ferroviário. Como podemos notar, é um modal realmente limitado e que traz alguns problemas para quem busca maior velocidade de entrega e qualidade da mesma. Ainda sim, é um tipo de entrega muito utilizado, principalmente no setor agrícola.

    Este foi o nosso guia onde explicamos a você o que é, quais são as vantagens e as desvantagens do modal ferroviário. Esperamos ter ajudado com suas dúvidas. Caso ainda possua alguma, basta comentar abaixo que vamos lhe responder o quanto antes. Até a próxima!

    Créditos da imagem: https://www.canva.com/photos/MAEFn3eHqNI/

  • O que é almoxarifado? Conceito, importância e 5 principais tipos!

    O que é almoxarifado? Para que serve esse setor dentro da logística de grandes empresas? Qual a real importância que este local (físico) tem para a logística de entrada (Inbound) e de saída de uma marca? Apesar do nome diferente, o almoxarifado é um dos locais mais acessados dentro de uma empresa, principalmente aquelas que trabalham com produtos físicos.

    Ter um planejamento operacional adequado nos mostra a real importância em ter um almoxarifado organizado. Através desse setor, podemos alavancar as métricas e aguardar resultados acima do que era obtido antes da organização ser feita. Trata-se puramente de otimização por gestão.

    Por esse motivo, e também por outros, cada vez mais grandes empresas buscam gestores que possam potencializar a organização de estoque, através de métodos de armazenagem que otimizem processos logísticos, seja através da organização tradicional ou até mesmo com auxílio da tecnologia, como um sistema ERP.

    Neste conteúdo, pelo que pôde notar, não explicaremos apenas o que é almoxarifado, mas também mostraremos a importância de ter uma estratégia válida para o mesmo, além dos seus principais tipos. Portanto, caso queira saber mais sobre o assunto, recomendamos que nos acompanhe até o final da matéria para maiores detalhes. Vamos lá, leia com a gente! 

    O que é almoxarifado?

    O que é almoxarifado, afinal? Como mencionado, apesar de ser um termo diferente, estamos falando de um estoque comum. O almoxarifado nada mais é do que um galpão logístico usado como estoque para os produtos que sua empresa comercializa, por isso que sua organização é tão essencial.

    O único diferencial que poderíamos citar, é que na grande maioria das vezes, quando um estoque é chamado de “almoxarifado”, possui um tamanho bem reduzido, geralmente usado por empresas de pequeno ou médio porte.

    Não se trata de um galpão logístico em si, com ampla metragem disponível, mas de um pequeno imóvel alugado somente para organização de estoque ou até mesmo uma sala ao fundo da empresa. Além disso, a grande maioria dos materiais armazenados em um “almoxarifado” são para uso próprio da empresa, e não somente para venda.

    De qualquer forma, isso não tira o mérito do almoxarifado ser um estoque, e necessitar da organização que o mesmo precisa. Além do básico, “Almoxarifado” também é nome de matéria presente em cursos de Administração e Gestão Empresarial.

    Agora que já sabe o que é almoxarifado, continue lendo conosco para maiores detalhes sobre o assunto, pois ainda falaremos sobre sua importância e principais tipos.

    Principais tipos de almoxarifado

    E quais são os principais tipos de almoxarifado. Aqui, não estamos falando somente de organização de estoque, como FEFO, LIFO ou FIFO, mas sim sobre toda a estrutura operacional de uma empresa envolvendo seus materiais, produtos, ferramentas, etc. Leia abaixo e confira os 5 principais tipos de almoxarifados existentes:

    1. Almoxarifado de matérias-primas

    Trata-se de um almoxarifado onde são estocadas matérias que serão moldadas, posteriormente, em busca de um produto final. Imagine uma fábrica de sapatos: um almoxarifado de matérias primas seria aquele local onde cada parte separada do sapato (sola, cadarço, língua, etc.).

    Quando o sapato passa para a fase de produção, então é necessário se dirigir até o almoxarifado para a retenção dessas matérias-primas, que posteriormente serão alteradas para chegar ao produto final.

    2. Almoxarifado intermediário

    É um almoxarifado com restrição de acesso, em sua grande maioria. Os materiais ali presentes só podem ser acessados por determinadas pessoas, que representam determinados cargos mais importantes dentro da cadeia de trabalho da empresa. Por esse motivo, geralmente é uma área controlada, com um material que possui alto custo para a produção da mercadoria final.

    3. Almoxarifado estático

    O almoxarifado estático nada mais é do que o “estoque” de produtos prontos para serem embalados e enviados. É uma fase anterior ao almoxarifado de manutenção, que faz toda a parte de catalogar e inserir dados do cliente final na embalagem do produto. É aqui que entram as estratégias de organização como as que mencionamos na introdução do conteúdo (LIFO, FEFO, FIFO, entre outras).

    4. Almoxarifado de manutenção

    O almoxarifado de manutenção pode ser subdividido em duas fases diferentes: a primeira é aquele local onde ficam materiais de escritório ou ferramentas que auxiliam no processo de produção da mercadoria.

    Enquanto isso, a segunda seria o local onde, após reunir os produtos do estoque principal, faz-se todo o trabalho de catalogar, embalar, colocar o endereço do cliente final na embalagem, etc., ou seja, uma fase anterior ao almoxarifado de acabados.

    É um dos setores mais importantes de todo o galpão logístico de uma empresa, visto que, qualquer erro de digitação ou organização, pode gerar um problema de entrega grande, o que gera uma bola de neve “inesperada”: gastos com nova entrega, clientes insatisfeitos, más avaliações na web e perda de credibilidade da marca.

    Então, toda atenção em termos logísticos deve ser dada ao almoxarifado de manutenção.

    5. Almoxarifado de acabados

    O que é almoxarifado de acabados? Trata-se do local dentro do galpão logístico, um setor único, geralmente mais próximo da entrada e saída de caminhões e vans (transportadora), já que ali ficam materiais prontos, finalizados e embalados para serem enviados à casa do cliente.

    Porém, não se confunda: este não é o “estoque” de produtos de sua empresa, mas sim uma segunda fase após o estoque (ainda há o almoxarifado de manutenção após o estoque). Enquanto no estoque ficam os materiais prontos para serem embalados e catalogados por número de venda, código de barras, endereço do cliente, no almoxarifado de acabados todo esse processo já está realizado.

    Este foi o guia onde explicamos o que é almoxarifado, além de citar seus 5 principais tipos, que podem tranquilamente serem divididos em “fases” da estrutura operacional de uma marca. Esperamos ter retirado todas as suas dúvidas sobre este assunto tão importante para o desenvolvimento de uma empresa.

    Caso ainda possua alguma dúvida sobre o assunto, ou até mesmo uma contribuição a fazer, basta deixar seu comentário abaixo que vamos responder assim que possível. Até a próxima!

    Créditos da imagem: https://www.canva.com/photos/MAEVyXmjRZo/

  • O que é estoque de ciclo? E quando é indicado?

    O que é estoque de ciclo? Como esse tipo de estoque funciona? Na logística empresarial como um todo, o estoque pode ser crucial para garantir a demanda dos produtos de uma empresa. Com um estoque bem organizado, todo o restante resulta em melhores indicadores em relação ao plano empresarial da marca.

    Sabendo disso, portanto, muitas empresas investem em um estoque de ciclo, buscando dar suporte para a alta rotatividade de produtos que entram e saem da empresa. Ainda sim, existem muitas marcas que estão crescendo que precisam desse tipo de estoque atuando em seu armazém, mas não fazem ideia de como colocar em prática.

    Apesar de ser um tipo de estoque que demanda maior logística, sendo muito usado por grandes empresas, não é difícil colocá-lo em prática. Claramente, é necessário dedicação e atenção a cada etapa desse tipo de estoque, mas ainda sim é perfeitamente viável para qualquer empresa.

    No conteúdo de hoje, além de explicarmos de forma clara o que é estoque de ciclo, também mencionaremos os benefícios que você pode usufruir, além de outros detalhes, como pelo menos 3 tipos de armazenagem existentes neste estoque. Então, caso queira saber mais sobre o assunto, leia conosco até o final. Vamos lá!

    O que é estoque de ciclo?

    O que é estoque de ciclo? Qual o real significado desse tipo de estoque?­­ Como o próprio nome indica, trata-se de um tipo de organização de estoque onde os produtos ou até mesmo um único produto, são vendidos separadamente, em forma de “ciclos”. Na prática, portanto, enquanto um produto está sendo produzido, outro está sendo vendido, e vice-versa.

    Dessa maneira, se uma grande empresa do setor de alimentos tem o produto A, B, C e D, precisa encontrar uma logística para que ambos produtos não faltem nas prateleiras, mas também não acabem criando maior desorganização na hora da produção, visto que um é produzido por vez, ou de forma unilateral.

    Por exemplo, caso os produtos A e C sejam compensatórios, e os produtos B e D também, o produto A e B precisam ser produzidos simultaneamente, enquanto os produtos C e D ficam nas prateleiras. O inverso também é verdadeiro. Usamos o exemplo de apenas um produto porque fica mais fácil de “visualizar”.

    Apesar do exemplo, sabemos que não se trata apenas de um produto, mas de vários: como verá a seguir, é necessária a presença de uma organização logística de ponta, já que o estoque de ciclo é muito indicado para empresas de maior porte. Continue lendo conosco para melhor entender o que é estoque de ciclo.

    Para quem o estoque de ciclo é indicado?

    E para quem o estoque de ciclo é indicado, afinal? Como pôde notar, é um tipo de estoque caracterizado por uma grande produtividade e rotatividade de produtos. Dessa forma, o estoque de ciclo é muito indicado para grandes empresas, principalmente para aquelas que produzem seus próprios produtos, ou seja, marcas exclusivas, mas não somente, visto que o estoque de ciclo também é indicado para e-commerces.

    Além disso, como existe uma alta movimentação de produtos dentro do estoque, é necessário que a organização reine do início ao final. Como mencionado, é obrigatória a presença de uma logística integrada do início ao fim do processo de estocagem, evitando assim a perda de algum produto (ou vários produtos) pelo caminho, causando grande perda financeira para a empresa.

    Diante disso, portanto, no exemplo dos e-commerces, seria interessante usar um sistema do tipo ERP, que garante maior organização empresarial para pessoas que possuem maior necessidade de controle de estoque. Continue lendo conosco agora que já sabe o que é estoque de ciclo, para então conferir quais são seus benefícios.

    Quais são os benefícios desse tipo de estoque?

    Mas, quais são os benefícios do estoque de ciclo? Abaixo citamos algumas que consideramos como as principais vantagens desse tipo de estoque. Então, se a sua empresa é grande o bastante para implementar esse estoque, ou você possui um e-commerce e quer implementar essa técnica, vale a pena nos acompanhar na leitura. Leia:

    Possibilidade de aumento na quantidade de produtos

    Um dos principais benefícios do estoque de ciclo, é a maior organização interna dentro do armazém. O que isso possibilita? Um aumento na quantidade e variedade de produtos. Como o controle sobre cada um dos produtos aumenta, consequentemente se abre maior espaço para inserção de novos produtos.

    Otimização de produção

    Já pensou em otimizar a produção da sua empresa, inclusive no estoque? Quando falamos de grandes marcas, naturalmente existe a necessidade de auxílio de empresas terceirizadas. Seja para fabricar determinadas peças do produto, ou então para a organização e disposição interna no estoque de ciclo: novas formas de trabalhar são necessárias.

    Diante disso, portanto, há uma maior otimização do produto, resultando em maior resultado de entrega dos produtos catalogados. O resultado disso você já sabe, mas reforçamos abaixo.

    Aumento no faturamento

    Por fim, com maiores aberturas para novos produtos e otimização e produção, o estoque de ciclo traz resultados satisfatórios no faturamento. Este aumenta consideravelmente em relação ao período em que o estoque de ciclo não era utilizado. Por essas e outras que grandes empresas utilizam algum tipo de armazenagem relacionado ao estoque de ciclo.

    3 tipos de armazenagem neste estoque

    Própria

    Como o próprio nome indica, é um tipo de armazenagem próprio, onde a empresa armazena seus produtos sem terceirização. Aqui, a empresa pode armazenar na própria sede, ou em galpões logísticos, armazéns alugados.

    Contratada

    Lembra-se de quando mencionamos sobre a terceirização de serviços para otimização de produção? A armazenagem contratada é a opção vinculada a este benefício, já que a marca contrata empresas terceirizadas para realizar toda a organização dos produtos de estoque, novamente em um galpão alugado.

    Terceirizada

    Funciona como a contratada acima mencionada, porém, a empresa contratada faz todo o serviço, não somente a organização dos produtos: recebimento, organização, cataloga, expedição e entrega do produto na casa do cliente.

    Este foi o nosso guia onde explicamos o que é estoque de ciclo. Esperamos ter sido claros. Caso ainda possua dúvidas sobre o assunto, comente abaixo e até a próxima!

    Créditos da imagem: https://www.canva.com/photos/MADnCV5U4DI/